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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Quase toda a polícia no caso

DELEGADO ASSASSINADO

Com a justificativa de que os três suspeitos são traficantes armados e perigosos, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná afirma que a polícia de Santa Catarina e a Polícia Rodoviária Federal dão apoio às investigações e tentam localizar os criminosos, com ajuda de um helicóptero da Polícia Militar e de uma aeronave da PRF.

Boa parte da Polícia Civil paranaense foi destacada para as buscas, inclusive das divisões de furtos e repressão a entorpecentes. “Determinei ação imediata de toda a polícia, com apoio aéreo, para localizar, prender e entregar à Justiça esses marginais”, afirmou o secretário Aramis Linhares Serpa.

Na terça, o delegado Zuba e a equipe foram recebidos a tiros no camping no balneário de Carmery. Ele morreu na hora, com tiros de metralhadora e pistola. O funcionário Adilson Silva ficou gravemente ferido e morreu no início da tarde, em Paranaguá.

Duas investigadoras foram rendidas e ameaçadas de morte. Mas acabaram liberadas depois de terem as armas levadas pelos bandidos. Segundo o governo estadual, os policiais não tiveram tempo de sacar armas.

Um Honda Civic e um BMW com placas do Rio de Janeiro, que teriam sido utilizados na fuga dos criminosos, foram encontrados, horas depois, numa região de mata entre Matinhos e Pontal do Paraná, onde a polícia concentra as buscas pelos foragidos.

SAIBA MAIS

Denúncias sobre Felipe, o “Tex”, Paulo “Tutancamon” e Paulo “Ganchinho” podem ser feitas no telefone da delegacia de Paranaguá (41) 3420-3666 ou ao Cope, pelos (41) 3284-6562 ou 3284-6536.

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