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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Hospital Santa Joana, Samu e Bombeiros realizaram simulação de acidente neste sábado - PE


A simulação do desabamento do teto do Colégio Auxiliadora na manhã deste sábado (13) serviu de treino para equipes do Hospital Santa Joana, do Samu e do Corpo de Bombeiros. A ação, que envolveu mais de 400 pessoas para a sua realização, teve início às 10h,  e tinha como objetivo a busca do certificado internacional de acreditação hospitalar, emitido pela Joint Commission International (JCI), para o Santa Joana.

Para isso, foram analisados todos os setores da unidade de saúde, desde a chegada dos pacientes até o relacionamento com familiares, a fim de promover melhor sincronia entre os serviços, bem como os serviços de resgate, triagem e atendimento médico dos Bombeiros e médicos do Samu.

Antes das 9h, no entanto, uma das salas do Colégio Auxiliadora já estava cheia com mais de 30 adolescentes do 2º ano do ensino médio da instituição. Os jovens eram as "vítimas" e encontravam-se no local maquiando-se para o "acidente". Escoriações nos joelhos, sangue escorrendo pelo rosto e machucados na cabeça, feitos de mel com açúcar, misturados a pó de serragem, foram essenciais para o clima de realismo que o exercício exigia. Às 10h, com o início oficial da simulação, a quadra de esportes do Colégio ficou cheia de gritos de dor e pedidos de ajuda.

Confira alguns momentos do exercício de simulação:

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Passados cerca de 10 minutos, a equipe do Samu chegou e interditou parte do prédio da escola, mas não iniciou o atendimento pois teve que esperar o Corpo de Bombeiros. Com a chegada da corporação, as "vítimas" começaram a ser retiradas do local do "acidente" e os médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem do Samu deram início ao processo de triagem dos pacientes.

Segundo o médico do Samu e responsável pelo treinamento, Sérgio Murilo, 20 pessoas do Samu participaram da ação, fazendo o atendimento no local, a triagem e o transporte do paciente. Além deles, outros nove ficaram responsáveis pela regulação do atendimento diretamente de um dos postos de serviço, controlando os horários de chegada e saída das ambulâncias, bem como a comunicação entre as equipes.

Após a triagem, os casos mais graves eram transportados, de maneira individual, para o Hospital, onde uma equipe multidisciplinar aguardava os feridos. O funcionamento da emergência do hospital foi mantido, uma vez que o exercício tinha como função analisar o preparo da unidade de saúde para receber uma emergência de grande porte.

Ao todo, cinco ambulâncias - sendo três do Samu e duas do Corpo de Bombeiros - mais uma kombi, foram utilizadas para o transporte dos pacientes, além de um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal, responsável por levar uma das pacientes em estado grave para outra localidade.

DINÂMICA - De acordo com o Diretor Médico Técnico do Hospital Santa Joana, Felipe Lima, os casos a serem analisados pela equipe médica foram divididos em graves, moderados e leves, de maneira equivalente. "Foi uma dinâmica real. Em um acidente deste porte há desde o óbito a um trama na unha", contou, explicando que todos os adolescentes portavam uma plaquinha com informações básicas do seu estado de saúde no momento da chegada do resgate, como os batimentos cardíacos, se falavam ou não, dentre outros detalhes.

Com isso, cabia aos médicos do Samu definirem se aquele era um caso grave ou não e ao médico confirmar - ou não - aquele diagnóstico inicial. "Colocamos dois casos que, se tratados de maneira equivocada, resultam no óbito do paciente", completou.

Ao todo, foram três casos graves, oito que necessitavam de cirurgia de emergência, um óbito e cinco pacientes que precisaram seguir diretamente para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), vindo um deles a sofrer um infarto e necessitando ser internado na UTI coronária. O restante dos acidentados não precisou ficar internado.

TRÂNSITO - Apesar das grandes proporções da produção que foi a simulação realística, o trânsito pouco sofreu com a ação, que começou às 10h. Com o início da simulação, uma das três faixas da Rua Joaquim Nabuco foi inteditada, enquanto as outras duas eram controlas por equipes da CTTU.

Apenas nos momentos em que as ambulâncias que saíam do Colégio Auxiliadora para o Hospital Santa Joana, trafegando pela contramão - por cerca de seis segundos -, o trânsito era interrompido. Com isso, foi possível notar uma certa lentidão no tráfego da via, mas antes das 11h30 a terceira faixa foi liberada e os carros já fluíam na velocidade habital.

1 comentários:

  1. Eu wsou desse colegio do 6º ano b e isso que aconteceu lá no colegio foi muito legal, so que foi uma pena eu nao estar la para ver, foi o maior comentario bna segunda feira sobre isso , eu achei demais e se possivel queria fazer isso também, quando estiver em oura serie , voces sao d+ bjs Luana Tayze.

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